Ao som de Free bird do Lynyrd Skynyrd eu escrevo. É testemunha que por mais que eu queria escrever algo realmente importante, o cérebro pensa mas os dedos não digitam. E se eu pudesse escrever, não sairía nada do que penso. Nem falo nada do que penso, nem sinto. Porque há em minha boca um filtro sentimental. Mas meu olhos, ah meus olhos, eles sim entregam os sentimentos. Pode ser a mais pura doçura com o amargo da raiva.
Escrever parece ser tão simples, apenas um amaranhado de letrinhas que formam palavras, com sentido ou não. Mas não consigo. Estou tentando, juro! Há uma mistura de felicidade com tristeza. E me digam, há uma forma para combater o mal?
Difícil. Fácil. Incoerente até pra quem escreve.
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