Sábado é um dia bacana... ao menos eu sempre achei. Não exatamente o dia, já que produzimos melhor a noite. E pensando bem... produzimos mais no domingo pela madrugada do que propriamente no sábado a noite. Um tanto confuso, mas verdadeiro.
E nesta noite de sábado, por diversos motivos, eu preferi me resguardar ao meu ambiente residencial. Frio daqueles que só quem mora em determinadas regiões do sul sabe como é.
Projetos, relatórios, planos de aulas, um milhão de coisas para se fazer. Pensamento extremamente longe... Não tão longe. Perto, longe. Entende? Não.. ok.
Talvez eu devesse sair, encontrar os amigos, tomar qualquer coisa etílica pra esquentar e esquecer. [Esquentar e esquecer são palavras ortográficamente parecidas. Interessante.]
Anyway, mas ficando em casa eu tenho a certeza que amanhã não acordarei com a cabeça parecendo um sino e o estômago parecendo um lixão. Consequências etílicas que quero diminuir, até que haja um motivo realmente importante para que eu encha meu fígado com álcool.
Engraçado, sábado e eu em casa. Há meses e meses que eu não faço uma proeza dessas. Situação suficientemente estranha para que minha mãe me fale espantada: "Você está bem? Aconteceu alguma coisa? Cadê o Beto? Está apaixonada?"
Mamãe, mamãe.
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