Ao som de Free bird do Lynyrd Skynyrd eu escrevo. É testemunha que por mais que eu queria escrever algo realmente importante, o cérebro pensa mas os dedos não digitam. E se eu pudesse escrever, não sairía nada do que penso. Nem falo nada do que penso, nem sinto. Porque há em minha boca um filtro sentimental. Mas meu olhos, ah meus olhos, eles sim entregam os sentimentos. Pode ser a mais pura doçura com o amargo da raiva.
Escrever parece ser tão simples, apenas um amaranhado de letrinhas que formam palavras, com sentido ou não. Mas não consigo. Estou tentando, juro! Há uma mistura de felicidade com tristeza. E me digam, há uma forma para combater o mal?
Difícil. Fácil. Incoerente até pra quem escreve.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Filme: Clube da Luta - Fight Club
CLUBE DA LUTA/FIGHT CLUB» Direção: David Fincher
» Roteiro: Chuck Palahniuk, Jim Uhls
» Gênero: Ação/Drama
» Origem: Alemanha/Estados Unidos
» Duração: 139 minutos
» Tipo: Longa
» Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=8yXqAGzT_Dk
Vale a pena ver... e pensar!
Tyler Durden said:
Eu vejo aqui as pessoas mais fortes e inteligentes.
Vejo todo esse potencial desperdiçado.
A propaganda põe a gente pra correr atrás de carros e roupas.
Trabalhar em empregos que odiamos para comprar merdas inúteis.
Somos uma geração sem peso na história.
Sem propósito ou lugar.
Nós não temos uma Guerra Mundial.
Nós não temos uma Grande Depressão.
Nossa Guerra é a espiritual.
Nossa Depressão, são nossas vidas.
Fomos criados através da tv para acreditar que um dia seriamos milionários, estrelas do cinema ou astro do rock.
Mas não somos.
Aos poucos tomamos consciência do fato.
E estamos muito, muito putos.
Você não é o seu emprego.
Nem quanto ganha ou quanto dinheiro tem no banco.
Nem o carro que dirigi.
Nem o que tem dentro da sua carteira.
Nem a porra do uniforme que veste.
Você é a merda ambulante do Mundo que faz tudo pra chamar a atenção.
Nós não somos especiais.
Nós não somos uma beleza única.
Nós somos da mesma matéria orgônica podre, como todo mundo.
É isso aí... Boa pipoca.
sábado, 13 de junho de 2009
No sábado...
Sábado é um dia bacana... ao menos eu sempre achei. Não exatamente o dia, já que produzimos melhor a noite. E pensando bem... produzimos mais no domingo pela madrugada do que propriamente no sábado a noite. Um tanto confuso, mas verdadeiro.
E nesta noite de sábado, por diversos motivos, eu preferi me resguardar ao meu ambiente residencial. Frio daqueles que só quem mora em determinadas regiões do sul sabe como é.
Projetos, relatórios, planos de aulas, um milhão de coisas para se fazer. Pensamento extremamente longe... Não tão longe. Perto, longe. Entende? Não.. ok.
Talvez eu devesse sair, encontrar os amigos, tomar qualquer coisa etílica pra esquentar e esquecer. [Esquentar e esquecer são palavras ortográficamente parecidas. Interessante.]
Anyway, mas ficando em casa eu tenho a certeza que amanhã não acordarei com a cabeça parecendo um sino e o estômago parecendo um lixão. Consequências etílicas que quero diminuir, até que haja um motivo realmente importante para que eu encha meu fígado com álcool.
Engraçado, sábado e eu em casa. Há meses e meses que eu não faço uma proeza dessas. Situação suficientemente estranha para que minha mãe me fale espantada: "Você está bem? Aconteceu alguma coisa? Cadê o Beto? Está apaixonada?"
Mamãe, mamãe.
E nesta noite de sábado, por diversos motivos, eu preferi me resguardar ao meu ambiente residencial. Frio daqueles que só quem mora em determinadas regiões do sul sabe como é.
Projetos, relatórios, planos de aulas, um milhão de coisas para se fazer. Pensamento extremamente longe... Não tão longe. Perto, longe. Entende? Não.. ok.
Talvez eu devesse sair, encontrar os amigos, tomar qualquer coisa etílica pra esquentar e esquecer. [Esquentar e esquecer são palavras ortográficamente parecidas. Interessante.]
Anyway, mas ficando em casa eu tenho a certeza que amanhã não acordarei com a cabeça parecendo um sino e o estômago parecendo um lixão. Consequências etílicas que quero diminuir, até que haja um motivo realmente importante para que eu encha meu fígado com álcool.
Engraçado, sábado e eu em casa. Há meses e meses que eu não faço uma proeza dessas. Situação suficientemente estranha para que minha mãe me fale espantada: "Você está bem? Aconteceu alguma coisa? Cadê o Beto? Está apaixonada?"
Mamãe, mamãe.
Inauguração in Sabbath
Que as letras me consomem boa parte do tempo, ninguém pode negar. Mas isso não é motivo para que eu fique escrevendo aleatóriamente sobre qualquer motivo infame, por mais que eu ache um tanto divertido.
Porém resolvi reativar minha mania blogueira, sempre achei interessante compartilhar momentos com algumas pessoas, salvo àquelas que leem esperando uma notícia ruim pra dar pulinhos felizes. Enfim, é um risco que corremos como em tantas outras situações.
Voltando ao assunto letrístico...
Ser uma estudante do curso de letras não é fácil, ainda mais quando se estuda três línguas diferentes, por mais que o latim pravaleça e a árvore genealógica ramifique até a língua final, todas tem suas variações importunante.
Terminando meu estágio em Língua Inglesa eu percebia que: a veia de professora está longe de mim. Digo por hora, já que não sei o que o futuro me aguarda. Quem sabe eu possa me tornar uma grande "Machado de Assis" educadora e blá...
Falando no Machadão, ser professora de Literatura eu até gostaria de ser. Visando o fato da maioria dos alunos acharem Paulo Coelho e Agatha Cristie coisas espetaculares. Talvez eu possa mudar essa visão da LITERATURA-É-UM-SACO-PROFE dos queridos e amados estudantes estudantis.
Enfim. Acabei escrevendo coisas impertinentes.
Saudações àqueles que aderem a este sistema informático que em alguns casos torna-se interessante.
Bem-vinda a mim mesma. :)
Porém resolvi reativar minha mania blogueira, sempre achei interessante compartilhar momentos com algumas pessoas, salvo àquelas que leem esperando uma notícia ruim pra dar pulinhos felizes. Enfim, é um risco que corremos como em tantas outras situações.
Voltando ao assunto letrístico...
Ser uma estudante do curso de letras não é fácil, ainda mais quando se estuda três línguas diferentes, por mais que o latim pravaleça e a árvore genealógica ramifique até a língua final, todas tem suas variações importunante.
Terminando meu estágio em Língua Inglesa eu percebia que: a veia de professora está longe de mim. Digo por hora, já que não sei o que o futuro me aguarda. Quem sabe eu possa me tornar uma grande "Machado de Assis" educadora e blá...
Falando no Machadão, ser professora de Literatura eu até gostaria de ser. Visando o fato da maioria dos alunos acharem Paulo Coelho e Agatha Cristie coisas espetaculares. Talvez eu possa mudar essa visão da LITERATURA-É-UM-SACO-PROFE dos queridos e amados estudantes estudantis.
Enfim. Acabei escrevendo coisas impertinentes.
Saudações àqueles que aderem a este sistema informático que em alguns casos torna-se interessante.
Bem-vinda a mim mesma. :)
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